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O difícil começo de Cuca no Corinthians

O início da Era Cuca no Corinthians não está sendo nada fácil. O treinador estreou no último domingo (23/4) com a derrota por 3x1 para o Goiás pelo Brasileirão. Nesta quarta (26/4), o Timão recebe o Remo às 21h30 na Neo Química Arena, pela 3ª fase da Copa do Brasil. Na ida, em Belém (PA), o Azulão venceu por 2x0.


Por isso, para avançar às oitavas de final, o Corinthians vai precisar ganhar a partida por três gols de diferença. Se vencer por dois gols de vantagem, leva a decisão para as penalidades máximas.


Afora à pressão dentro de campo, Cuca está tendo que conviver com várias manifestações por conta do caso de violência sexual, na Suíça, em 1987, junto com mais três jogadores, quando jogava pelo Grêmio. O treinador alega inocência e deu uma uma longa entrevista na sexta-feira (21/4), dia de sua apresentação.


Isso não foi suficiente. Na segunda-feira (24)/4, uma série de acontecimentos girou em torno do comandante do Timão. No início do dia, foi especulado que Cuca pediu ao presidente Duílio Monteiro Alves que o contrato fosse rescindido (negado posteriormente). O vínculo dele junto ao Corinthians é válido até o fim desta temporada.


As jogadoras do time feminino do Corinthians divulgaram nas redes sociais uma carta de protesto contra o acerto do clube paulista com o técnico. No texto, as atletas ressaltaram a força do lema "Respeita as Minas". No dia da apresentação de Cuca, as torcedores do Corinthians protestaram contra a contratação.


Por sua vez, Adilson Monteiro Alves, pai do presidente do Corinthians e um dos idealizadores da Democracia Corintiana, defendeu o direito de protesto das atletas.


ADVOGADOS


Ontem (25/4), Cuca emitiu uma nota afirmando que só vai se pronunciar sobe o caso da Suíça através de seus advogados. Isso porque o suíço Willi Egloff, advogado da vítima, contestou em entrevista ao UOL as alegações do treinador.


Foto: Rodrigo Coca/Corinthians


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